Viajei pra Buenos Aires sem pacote, mesmo sendo a minha primeira vez na cidade e o saldo foi bem positivo. Comprei as passagens com bastante antecedência e consegui tarifas ótimas. Como inicialmente iria sozinha e tinha certeza que não iria querer sair desbravando as noites portenhas sem companhia, aluguei um apê, pela comodidade de poder preparar meu próprio jantar e, claro, pelo preço.
Para encontrar meu endereço em Buenos Aires, fui de
ByT Argentina e posso dizer que foi sem complicação alguma. Negociação simples e rápida. O
apê era melhor do que o descrito no site e para a mim a localização era perfeita: menos de uma quadra da estação Lima da linha A do metrô e uma quadra da escola de espanhol.
O metrô foi o meio de transporte que mais utilizei. Apesar de ser bem antigo, de alguns trens terem porta manual e de ser bem barulhento, vale muito a pena. A passagem é barata, durante o dia não é muito cheio e tem uma boa cobertura da cidade. Andamos bastante de táxi também. Li muito sobre a fama dos taxistas argentinos, mas achei todos muito simpáticos e corretos. Os papos sobre futebol dentro dos táxis foram sempre muito animados!
La Bombonera. Acho que se um dia eu voltar a Buenos Aires (por que eu gostei da cidade, mas não rolou nenhuma paixão absurda) com certeza será por causa desse estádio. Ele não é lindo, nem moderno, nem bem cuidado, mas gostaria muito de ter assistido um jogo lá e na semana passada não teve nenhum. Parte frustrante da viagem.
Compras!! Não, eu não me joguei em compras por lá. Queria mesmo era bater perna. A minha missão impossível de encontrar a lã para continuar o cachecól da Jaque foi mesmo impossível. Não deu. Mas de quebra trouxe a preta que ela queria, verde pra mim e roxo para mamãe. Ah, e tomei bronca da vendedora, não é lã é "flame de algodón". Pra quem estiver na Córdoba, vale desviar um pouquinho para a Scalabrini Ortiz e conferir as ótimas lojinhas de "hilados". Comprei tudo na
NUBE, mas só porque a variedade de cores era maior, o preço é o mesmo em todas. E para lembrancinhas para as crianças (grandes e pequenas), a
El Espejo Mágico na Avenida de Mayo é ótima. Tem Rasti, que há anos atrás era vendido no Brasil como Hering (e eu me lembrava dele) e tem outras coisinhas ótimas também.
No mais, visitei todos aqueles lugares que todos sabemos e que
aqui,
aqui ou
aqui estão descritos de forma que eu não faria melhor. E o post ficou longo. Na parte II falo mais do meu curso de espanhol!